Sou feliz por mera falta de opção.
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19 de fevereiro de 2013
14 de setembro de 2012
Prefiro
Prefiro...
verão a inverno.
gatos a cachorros.
campo à praia.
cidade grande às pequenas.
suco a refrigerante.
cerveja a vinho.
dramas a comédias.
as noites às manhãs.
Acordar tarde.
Feijão por cima do arroz.
Café sem leite.
Água com gás, gelo e limão.
E isso é uma lista de coisas que você pode saber sobre mim e mesmo assim continuar sem saber quem sou.
verão a inverno.
gatos a cachorros.
campo à praia.
cidade grande às pequenas.
suco a refrigerante.
cerveja a vinho.
dramas a comédias.
as noites às manhãs.
Acordar tarde.
Feijão por cima do arroz.
Café sem leite.
Água com gás, gelo e limão.
E isso é uma lista de coisas que você pode saber sobre mim e mesmo assim continuar sem saber quem sou.
22 de junho de 2012
refletindo
Ando relendo meus próprios textos.
Um passatempo terapêutico e revelador.
Como olhar-se em um espelho – não como Narciso, mas em nosso próprio espelho embaçado do banheiro. Ora gostamos do que vemos, ora detestamos, e toda vez encontramos falhas que poderiam ser corrigidas. Mas não importa o que vemos, sempre nos reconhecemos ali.
Um passatempo terapêutico e revelador.
Como olhar-se em um espelho – não como Narciso, mas em nosso próprio espelho embaçado do banheiro. Ora gostamos do que vemos, ora detestamos, e toda vez encontramos falhas que poderiam ser corrigidas. Mas não importa o que vemos, sempre nos reconhecemos ali.
28 de janeiro de 2012
Da morosidade das manhãs de sábado
Se eu pudesse escolher um ponto no espaço-tempo para visitar sempre que tivesse vontade, seria a manhã de sábado em minha casa.
O despertar sem pressa, o apertar do botão da cafeteira, comer um pão com queijo e tomar xícaras e xícaras de café antes de tirar o pijama. O único momento sem pressa em minha mente tão cheia de ansiedades.
Talvez eu ainda tenha muitas coisas por fazer neste fim de semana. O trabalho por adiantar, as contas por pagar, a bagunça da casa, o supermercado, o problema do carro por resolver, a noite por combinar.
Mas ainda é sábado de manhã e tudo pode esperar. Porque só depois que a cafeteira está vazia o tempo volta a correr.
O despertar sem pressa, o apertar do botão da cafeteira, comer um pão com queijo e tomar xícaras e xícaras de café antes de tirar o pijama. O único momento sem pressa em minha mente tão cheia de ansiedades.
Talvez eu ainda tenha muitas coisas por fazer neste fim de semana. O trabalho por adiantar, as contas por pagar, a bagunça da casa, o supermercado, o problema do carro por resolver, a noite por combinar.
Mas ainda é sábado de manhã e tudo pode esperar. Porque só depois que a cafeteira está vazia o tempo volta a correr.
7 de janeiro de 2012
uma dúzia.
imagem: icanread
Já é ano novo e aquela atmosfera de otimismo está no ar. Uma euforia coletiva, um eu-posso-tudo sem consequências.
Não que os problemas tenham deixado de existir. Mas eles ainda estão lá, presos no buraco negro da mudança de calendário.
Eu não sou de fazer resoluções de ano novo. Não sou supersticiosa também. Não sou de me deixar levar.
E pode ser justamente por não alimentar expectativas que coisas vêm até mim.
De tantas (nossa, tantas) coisas que passaram em 2011, as melhores ficaram.
De principal, o amor por novidades (que sempre alimentei) e essa nova capacidade de me apaixonar pela vida.
Só sei que 2012 é uma piscina cheia, muito cheia, não sei ainda do quê. E não estou com medo do mergulho. Quero nadar até os braços cansarem e depois continuar boiando... Com os dedos enrugados, água no ouvido, queimando do sol... Até 2013 me obrigar a sair.
Então peço a vocês toda a licença poética para ser leviana, que este espaço aqui é MEU:
daora a vida. ;)
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